Homem encontra ossos dentro da garrafa de Coca-Cola e será indenizado

Um consumidor morador em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, encontrou resíduos sólidos dentro de uma casco do gelado Coca-Cola, semelhantes a ossos em estágio de putrefacção. Perante da situação, a 17ª Quarto Civil do Tribunal de Justiça de Minas Gerais estabeleceu que o fabricante deverá pagar uma joia de R$ 5 mil de recuperação, depois de resultado em primeira invocação, também havendo recurso.

De acordo com informações apuradas pelo portal BHAZ, o homem alega que o circunstância ocorreu depois de adquirir uma casco de 1,25 litro do gelado em um mercado da capital, produto da empresa Spal Indústria Brasileira de Bebidas S.A, no ano de 2014. Apenas agora a decisão foi proferida.

Posteriormente, no momento em que colocou a casco sobre a alimentação para realizar uma alimentação, identificou o material no interior do vasilhame, bagunçado com o líquido do gelado. Depois de uma avaliação mais criteriosa, percebeu que os resíduos sólidos eram bastante parecidos a ossos em putrefacção.

Ao identificar a situação, optou por não abrir a casco, para resguardar seus direitos. Ligou de imediato para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da marca, alegando o que havia socorrido. Embora do contato, não houve retorno aceitável, e a empresa, a princípio, não tomou nenhuma providência para perícia e troca do produto.

Em sua intervenção, a Coca-Cola Brasil afirma que foi coquete para o homem a reversão do seu dinheiro ou a troca do produto, asserção que teria sido negada pelo consumidor. Além disso, a nota fiscal e a casco abraçando o material endurecido não teriam sido apresentadas, e informou os seus rigorosos processos de construção: “a fabricante tem sistema de construção e alocação dos produtos reconhecida com apólice nacional e externo ”.

O consumidor, por sua vez, recorreu, refutando a exposição da empresa, dizendo que as provas apresentadas em compensação seriam insuficientes. O conhecimento do relator, desembargador Amauri Criança Ferreira, foi que a durabilidade de corpo excêntrico no interior do produto expõe o consumidor ao perigo de violação à sua saúde, determinando o pagamento da joia mencionada como recuperação.


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