3 tipos de empréstimos para regularizar suas dívidas

Na finalidade de atender a pessoas que não conseguem quitar suas dívidas, alguns bancos e financeiras vem promovendo opções de créditos, que tem como objetivo ajudar aqueles que estão com os “nomes sujos” e estampados em órgãos de restrição de crédito, como por exemplo, o SPC e o SERASA.

Conheça agora 3 tipos de empréstimo:

Empréstimo com Garantia de Veículo:

Como o próprio nome diz: Empréstimo com garantia de veículos – um veículo que esteja em seu nome será usado como garantia do empréstimo.Com o dinheiro você será capaz de realizar diversas coisas, como exemplo: quitar seu cheque especial – quitar parcelas de crédito pessoal – realizar uma reforma em casa – adquirir um roupeiro novo ou até mesmo fazer uma viagem. Esta é a escolha mais barata do mercado, uma vez que o Banco terá grande segurança com seu veículo alienado ao longo do tempo que contratar o empréstimo.

Empréstimo com garantia de Imóvel x Penhor

Tanto o empréstimo com garantia de imóvel quanto a penhor tratam de um processo que se utiliza a transmissão da casa para fins de garantia em troca de uma linha de crédito. Porém, no primeiro, o beneficiário transfere para a instituição financeira seu imóvel a título de garantia, ficando o credor com a casa do mesmo até que a dívida do empréstimo seja quitada por completo. Dessa forma, o credor passa a ter a posse indireta do bem, enquanto o crediário permanece com a posse direta.

É como se o imóvel servisse de impulso para que o cliente cumprisse com a sua palavra de que todas as parcelas do empréstimo serão pagas, uma vez que não restará muita escolha. Trata-se de uma maneira de segurança para a empresa bancária, além de que dificilmente o contrato de empréstimo será recusado pela mesma caso essa seja a linha de crédito escolhida.

Muito prático de for realizado, basta mandar a documentação necessária – do imóvel e do proprietário – e esperar a avaliação de crédito. Essa forma tem ganhado cada vez mais destaque no mercado financeiro por conta das taxas mais baixas e prazos maiores para quitação. Além disso, nesse tipo de empréstimo acontece a alienação fiduciária, que permite que o imóvel continue sendo utilizado, mesmo estando no nome da instituição financeira.

Em compensação, no penhor, não há mudança de casa. Pouca usada no Brasil, é muito burocrático. Nesta forma, o direito do credor está sobre o valor do bem hipotecado e não sobre o imóvel em si. Inclusive não é considerada uma linha de crédito por várias instituições financeiras.

Outra diferença é que no penhor não há a alienação latifundiária, uma vez o bem hipotecado continuará no nome do proprietário. Por essa razão, várias instituições financeiras deixaram de praticá-la no Brasil, já que para que o banco de fato tome o seu imóvel, seria preciso uma ação judicial.

A partir do momento em que o beneficiário tem a casa do bem, a alienação é transferida para terceiros, dando dessa maneira a possibilidade de terceiros quitarem a dívida. Logo, mesmo com a alienação, a empresa bancária não perde a casa.

Tanto no empréstimo com garantia de imóvel, quanto no penhor, o beneficiário solicita o empréstimo com a esperança de não ter necessidade de abrir mão de seu imóvel, permanecendo com o direito de desfrutar do bem até que as parcelas de sua dívida sejam pagas. Dessa forma, o cliente continua exercendo todos os seus direitos de proprietário.

Empréstimo Consignado

A margem livre representa 30% da sua renda bruta ou líquida, dependendo do tipo e padrão do convênio que efetua seu pagamento. No momento em que se diz margem livre para consignado, essa margem permite que você possa pegar um valor X empréstimo consignado de acordo com portal de consignações do seu convênio.

​ Então, o que vai definir o quanto você possui direito de empréstimo, será o valor disponível da sua margem livre que consta em seu holerite, contracheque ou benefício.

As taxas de juros são capazes de alterar de banco para banco de acordo com o órgão público de cada empregado. Em maior parte, as variações para empréstimo consignado com desconto em folha são de 1,6% a 2,2% ao mês e os prazos para o parcelamento são capazes de alcançar em até 96 meses.